Acho que nos conhecemos em 2004. Sei o motivo pelo qual nos passamos a dar, mas não me recordo da primeira vez que estivemos todos juntos. algum tempo juntos, o Fred e eu acabámos por ficar amigos, bastante amigos. Arrisco-me a dizer que foste o meu melhor amigo (rapaz!).
A Catarina na altura namorava com o Sardinha e o Fred era amigo dele. Como passávamos muito tempo juntos, onde estava um, estava o outro, fora do período das aulas.
Ora, é óbvio que para ter sido o meu melhor amigo (actualmente já não estamos tantas vezes juntos o que fez com que a nossa amizade acabasse por se perder um bocado), algo de especial o caracteriza. E é mesmo algo de especial...
...Nunca conheci ninguém tão amigo dos seus amigos como tu. Embora tenhas sido bastante injusto comigo e apesar todas as pessoas que se meteram no nosso caminho, impedindo a nossa amizade, tu, Fred, tens alguma coisa que eu não sei explicar.
Não interessa o teu passado, não interessa o que te aconteceu. Importa sim, a dedicação que sempre tiveste para com a tua irmã, o facto de teres sido tu, pai e mãe dela; de teres desde muito cedo começado a gerir a tua casa, pagar contas e afins, enquanto o teu pai estava a trabalhar ou no estrangeiro. No meio disto tudo, NUNCA deixaste os teus amigos. Nunca deixaste de me atender o telefone, nunca deixaste de vir ter comigo, a minha casa, quando eu começava a chorar imenso ao telefone. Nunca deixaste de me abrir a porta de tua casa, quando te pedia mimos porque estava tudo de pernas para o ar. Nunca me cobraste. Nunca me criticaste sem ser construtivamente. E mesmo quando virámos as costas um ao outro e ficamos sem nos falar durante um ano, no fundo, eu continuava preocupada contigo.
Independentemente de tudo o que já fizemos um ao outro e de tudo o que terceiros já nos fizeram, seremos sempre amigos, porque pessoas como tu, essas... já não existem! Não sabia que no mundo existiam pessoas como tu.
Obviamente que o Fred de 2005, já não é o Fred de 2009. Muito desse Fred já se perdeu por opções de boa vida, mas há uma coisa em ti que se mantém e que eu admiro imenso, que te torna único e especial: a tua dedicação para com quem te é próximo.
Apanhei algumas fotografias do Rally do Algarve, acho que em 2005 ou em 2006, já não me recordo. Que fim-de-semana mais louco.
Fred, Travanca, Sardinha, Pipa e Dafy @perdidos na Serra de Monchique, às dez da manhã.
Em 2007, o Fred entrou na Universidade Lusíada. A sua entrada era a minha saída. E foi com grande orgulho, mas não só orgulho que aceitei o teu convite para ser tua madrinha.
Embora de áreas diferentes e, segundo as tradições académicas, as madrinhas são escolhidas pelos afilhados, para que as primeiras os ajudem no mundo académico, fornecendo alguns trabalhos, apontamentos, dando algumas dicas, etc. Mas, infelizmente, nós não erámos da mesma área.
Dificilmente te poderia ajudar... Mesmo assim, isso não impediu que continuasses a insistir para eu ser tua madrinha, não pela ideia que está subjacente de interajuda, mas porque tudo o que um dia nos uniu e nos fez cruzar as nossas vidas, por tudo o que já aturamos um do outro, por tudo o que torna a nossa amizade... Especial... Aceitei.
Com orgulho. Duplo orgulho: por teres chegado à Faculdade e por teres sido o pior CALOIRO que me calhou na rifa!E porque terei sempre muito orgulho em te ter como meu amigo, por seres único e especial.
hahahahahaHAHAAHAHahahahah
E assim, a semana passada, para grande espanto meu, tinha uma chamada não atendida do Fred.
A Catarina na altura namorava com o Sardinha e o Fred era amigo dele. Como passávamos muito tempo juntos, onde estava um, estava o outro, fora do período das aulas.
Ora, é óbvio que para ter sido o meu melhor amigo (actualmente já não estamos tantas vezes juntos o que fez com que a nossa amizade acabasse por se perder um bocado), algo de especial o caracteriza. E é mesmo algo de especial...
...Nunca conheci ninguém tão amigo dos seus amigos como tu. Embora tenhas sido bastante injusto comigo e apesar todas as pessoas que se meteram no nosso caminho, impedindo a nossa amizade, tu, Fred, tens alguma coisa que eu não sei explicar.
Não interessa o teu passado, não interessa o que te aconteceu. Importa sim, a dedicação que sempre tiveste para com a tua irmã, o facto de teres sido tu, pai e mãe dela; de teres desde muito cedo começado a gerir a tua casa, pagar contas e afins, enquanto o teu pai estava a trabalhar ou no estrangeiro. No meio disto tudo, NUNCA deixaste os teus amigos. Nunca deixaste de me atender o telefone, nunca deixaste de vir ter comigo, a minha casa, quando eu começava a chorar imenso ao telefone. Nunca deixaste de me abrir a porta de tua casa, quando te pedia mimos porque estava tudo de pernas para o ar. Nunca me cobraste. Nunca me criticaste sem ser construtivamente. E mesmo quando virámos as costas um ao outro e ficamos sem nos falar durante um ano, no fundo, eu continuava preocupada contigo.
Independentemente de tudo o que já fizemos um ao outro e de tudo o que terceiros já nos fizeram, seremos sempre amigos, porque pessoas como tu, essas... já não existem! Não sabia que no mundo existiam pessoas como tu.
Obviamente que o Fred de 2005, já não é o Fred de 2009. Muito desse Fred já se perdeu por opções de boa vida, mas há uma coisa em ti que se mantém e que eu admiro imenso, que te torna único e especial: a tua dedicação para com quem te é próximo.
Apanhei algumas fotografias do Rally do Algarve, acho que em 2005 ou em 2006, já não me recordo. Que fim-de-semana mais louco.
Fred, Travanca, Sardinha, Pipa e Dafy @perdidos na Serra de Monchique, às dez da manhã.
Fred, Dafy e Pipa.
Em 2007, o Fred entrou na Universidade Lusíada. A sua entrada era a minha saída. E foi com grande orgulho, mas não só orgulho que aceitei o teu convite para ser tua madrinha.
Embora de áreas diferentes e, segundo as tradições académicas, as madrinhas são escolhidas pelos afilhados, para que as primeiras os ajudem no mundo académico, fornecendo alguns trabalhos, apontamentos, dando algumas dicas, etc. Mas, infelizmente, nós não erámos da mesma área.
Dificilmente te poderia ajudar... Mesmo assim, isso não impediu que continuasses a insistir para eu ser tua madrinha, não pela ideia que está subjacente de interajuda, mas porque tudo o que um dia nos uniu e nos fez cruzar as nossas vidas, por tudo o que já aturamos um do outro, por tudo o que torna a nossa amizade... Especial... Aceitei.
Com orgulho. Duplo orgulho: por teres chegado à Faculdade e por teres sido o pior CALOIRO que me calhou na rifa!E porque terei sempre muito orgulho em te ter como meu amigo, por seres único e especial.
hahahahahaHAHAAHAHahahahah
E assim, a semana passada, para grande espanto meu, tinha uma chamada não atendida do Fred.





1 comment:
Epa, o melhor caloiro da Lusiada tinha que te ir parar as maos... INVEJO TEEEEEEE ;)
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