

Ontem, quarta-feira, resolvi ir até ao Palácio Real de Madrid. Ia ser a tarde perfeita: nada de aulas, nada que estudar, ia fazer um passeio cultural e sem gastar um único cêntimo (não se paga para entrar no Palácio por sermos membros da U.E.). Ninguém me quis acompanhar por isso, posso dizer, que foi a minha primeira visita por Madrid alone.
FUI ABANDONADA! =)
Sai de casa e fui a pé pela Calle Princesa, Plaza de España, Calle Bailén e finalmente lá cheguei eu ao Palácio Real, tendo sido literalmente engolida por um grupo de Ingleses e de Chinocas… Azar dos azares o Palácio Real estava minado de turistas e eu era só mais uma (tenho a confessar que não me senti bem como turista, mas mais como nacional e pensei para com os meus botões: “desapareçam do meu palácio”).
O Palácio Real está dividido em três zonas abertas ao público: Salões Nobres, Farmácia Real e Sala da Armada. Esta última foi a que mais me fascinou. Acho que as expectativas não foram superadas e a desilusão foi alguma.
Nos salões nobres, como o próprio nome indica, há um aglomerado gigante de salas atrás de salas, cada uma com a sua cor, cada uma com a sua decoração e mobiliário. Encontra-se nesta zona aberta ao público a Sala do Trono, um tanto ao quanto escura que a torna meio sinistra e a Sala de Banquetes a qual tem uma mesa no mínimo gigante.
A Farmácia Real é no mínimo uma seca completa, são três salas cheias de frascos de porcelana, sem nada lá dentro enfiados em prateleiras gigantes e ainda uma cozinha onde se fazia as destilações (é horrorosa e sem nada de interessante, pelo menos nada que nunca tivesse visto nas minhas aulas de Química no Secundário).
A Sala da Armada é constituída por dois pisos e dela constam as armaduras usadas pelos Reis e Príncipes espanhóis, as armaduras dos cavalos e respectivas explicações quanto às cores dos mantos que cobrem o cavalo antes de colocada a armadura propriamente dita e ainda as armas portáteis (adorei este nome!). O meu interesse por esta sala resume-se ao facto de ser apaixonada por filmes desta época e como estava sozinha comecei a imaginar como seriam as batalhas naquela época, tendo sempre presente filmes como “Os Cavaleiros da Tábua Redonda”, “O Patriota” e “O Gladiador”.
O vento que se fazia sentir foi péssimo no meu regresso a casa e quase que levantei voo. Desiludida de um modo geral com o Palácio Real de Madrid e cheia de frio lá cheguei eu a casa.
Mas o dia não se ficou por aqui…
FUI ABANDONADA! =)
Sai de casa e fui a pé pela Calle Princesa, Plaza de España, Calle Bailén e finalmente lá cheguei eu ao Palácio Real, tendo sido literalmente engolida por um grupo de Ingleses e de Chinocas… Azar dos azares o Palácio Real estava minado de turistas e eu era só mais uma (tenho a confessar que não me senti bem como turista, mas mais como nacional e pensei para com os meus botões: “desapareçam do meu palácio”).
O Palácio Real está dividido em três zonas abertas ao público: Salões Nobres, Farmácia Real e Sala da Armada. Esta última foi a que mais me fascinou. Acho que as expectativas não foram superadas e a desilusão foi alguma.
Nos salões nobres, como o próprio nome indica, há um aglomerado gigante de salas atrás de salas, cada uma com a sua cor, cada uma com a sua decoração e mobiliário. Encontra-se nesta zona aberta ao público a Sala do Trono, um tanto ao quanto escura que a torna meio sinistra e a Sala de Banquetes a qual tem uma mesa no mínimo gigante.
A Farmácia Real é no mínimo uma seca completa, são três salas cheias de frascos de porcelana, sem nada lá dentro enfiados em prateleiras gigantes e ainda uma cozinha onde se fazia as destilações (é horrorosa e sem nada de interessante, pelo menos nada que nunca tivesse visto nas minhas aulas de Química no Secundário).
A Sala da Armada é constituída por dois pisos e dela constam as armaduras usadas pelos Reis e Príncipes espanhóis, as armaduras dos cavalos e respectivas explicações quanto às cores dos mantos que cobrem o cavalo antes de colocada a armadura propriamente dita e ainda as armas portáteis (adorei este nome!). O meu interesse por esta sala resume-se ao facto de ser apaixonada por filmes desta época e como estava sozinha comecei a imaginar como seriam as batalhas naquela época, tendo sempre presente filmes como “Os Cavaleiros da Tábua Redonda”, “O Patriota” e “O Gladiador”.
O vento que se fazia sentir foi péssimo no meu regresso a casa e quase que levantei voo. Desiludida de um modo geral com o Palácio Real de Madrid e cheia de frio lá cheguei eu a casa.
Mas o dia não se ficou por aqui…


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